Dúvidas frequentes
Separamos por categoria as dúvidas mais comuns sobre energia solar, sistema híbrido, padrão de entrada e elétrica geral — com a mesma transparência técnica que guia cada projeto nosso.
Na maioria dos casos, entre 70% e 95% — dependendo do seu consumo e do dimensionamento correto do sistema. É justamente aí que um projeto malfeito custa caro: sistema pequeno demais economiza menos do que podia, e grande demais custa mais do que precisa. Por isso calculamos pelo seu consumo real, não por uma tabela genérica.
O sistema continua gerando, só que menos. O que importa pro seu bolso é a média do mês inteiro, e o dimensionamento já considera a irradiação solar da sua região ao longo do ano — não só os dias de sol forte.
Quando você gera mais energia do que consome no momento, o excedente vira crédito junto à concessionária, que pode ser usado à noite, em outro dia, ou em outro mês (os créditos acumulam por até 60 meses). Por isso um sistema on-grid não precisa de bateria pra "guardar" energia — a rede funciona como uma bateria virtual.
Na prática, limpeza periódica dos painéis (poeira e fuligem reduzem a geração) e uma inspeção elétrica anual. Os módulos têm garantia de performance de até 25 anos, e o inversor costuma durar entre 10 e 15 anos. O que pouca gente sabe: quem garante a segurança do sistema ao longo dos anos não é o painel — é a instalação elétrica por trás dele. Cabo, proteção e aterramento malfeitos são a causa mais comum de defeito precoce e perda de garantia.
O on-grid é conectado à rede e desliga automaticamente quando falta energia da Light — é uma exigência de segurança, para não energizar a rede enquanto a equipe da concessionária trabalha nela. O híbrido resolve esse ponto: tem um banco de bateria que assume o fornecimento das cargas essenciais em milissegundos, sem gerador. Detalhamos tudo na página do inversor híbrido.
Depende do tipo de sistema. Um on-grid comum não continua — desliga por norma de segurança, mesmo com sol no telhado. Um sistema híbrido sim: os circuitos que você escolher como prioritários continuam ligados automaticamente através do banco de bateria.
Consigo, desde que o banco de bateria e o inversor sejam dimensionados pra isso. Aparelhos com motor exigem mais potência instantânea na partida do que parece no consumo médio — é aqui que entra a diferença entre um projeto de eletrotécnico e um kit genérico: dimensionamos a bateria pela carga real que você quer manter, não por uma tabela padrão que às vezes nem cobre a partida do compressor.
Sim, desde que instalada com a proteção elétrica correta — disjuntores dimensionados, aterramento e ventilação adequada do ambiente. A autonomia depende de quanto você quer manter ligado e por quanto tempo. Use nosso dimensionamento de backup pra calcular a capacidade de bateria ideal pro seu caso.
Porque o padrão precisa suportar a potência do novo sistema e atender às normas técnicas atuais da Light, que mudam periodicamente. Muitos imóveis — principalmente os mais antigos — têm padrão desatualizado ou subdimensionado. Se isso não for corrigido antes, a concessionária reprova a homologação, e o sistema fica parado, gerando energia que não pode ser aproveitada.
Sim, do início ao fim: projeto elétrico, ART, envio da documentação, acompanhamento da vistoria e troca do medidor para o modelo bidirecional. Você não precisa entender de norma técnica nem ficar ligando pra concessionária — acompanhamos até a liberação.
É a quantidade de fases elétricas que chegam até o seu padrão, e isso define a potência máxima que a instalação suporta. Monofásico atende cargas menores, bifásico é intermediário, e trifásico suporta potências maiores — comum em comércios, indústrias e residências com sistemas solares maiores ou ar-condicionado central. Se o seu padrão for insuficiente, avaliamos a troca junto com o projeto solar.
Nem sempre a fiação toda, mas sempre avaliamos o quadro elétrico, o aterramento e os circuitos que vão receber a nova carga. Ligar um sistema solar ou um ar-condicionado numa instalação subdimensionada ou sem aterramento adequado é risco de superaquecimento, dano ao equipamento e, em casos mais graves, princípio de incêndio.
Muitas vezes sim: quanto mais preciso soubermos do seu consumo real — incluindo o ar-condicionado que você vai instalar —, melhor dimensionamos o sistema solar, evitando pagar por um sistema menor ou maior do que o necessário. Fazer os dois com a mesma equipe também evita divergência entre projetos e retrabalho. Veja os pacotes combinados.
Um instalador comum sabe montar o kit: painel, inversor, suporte. Um eletrotécnico avalia a instalação elétrica como um todo — dimensionamento de carga, proteção, aterramento, padrão de entrada — que é o que garante a segurança e a validade da garantia a longo prazo. Instalação malfeita não aparece no primeiro mês; aparece dois ou três anos depois, quando já não tem mais quem chamar.
A instalação costuma levar de 1 a 3 semanas, dependendo do porte do sistema. Já a homologação varia conforme o volume de processos da concessionária — o prazo típico fica entre 30 e 45 dias após o envio da documentação, mas isso está fora do nosso controle direto. Veja o passo a passo completo em Como funciona.
Garantimos a mão de obra por 1 ano. Os equipamentos (painéis e inversores) têm garantia de fábrica que costuma chegar a 25 anos para os módulos — trabalhamos só com equipamentos Tier 1. Além disso, oferecemos consultoria de geração gratuita nos primeiros 6 meses, acompanhando se o sistema está performando como o esperado.
Trabalhamos com linhas específicas para energia solar, com parcelas que, na maioria dos casos, ficam menores do que o valor atual da conta de luz — você troca uma despesa que só sobe por uma parcela fixa que, no fim do financiamento, vira economia direta no seu bolso.
Manda sua pergunta — ou até uma foto da sua conta de luz — direto no WhatsApp, que a gente responde sem enrolação.
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